Sobre

Um Pouco da Minha Estrada

Bem-vindo, meu nome é Carlos Augusto Benecase Boizan, pratico o hábito da leitura e escrita há anos. No início minhas escritas baseavam-se em máximas e pensamentos, evoluindo com o tempo para textos mais filosóficos.

Após esta breve fase, comecei a escrever poesias em versos livres por uns bons anos. Tenho alguns livros registrados na biblioteca nacional, no Rio de Janeiro. De uns 3 anos para cá, comecei o hábito de me expressar por crônicas.

Dos autores que já li, cito três que me impactaram profundamente, de modo a acreditar mais em minha visão de vida e em meus escritos. São eles Hermann Hesse, principalmente com o livro Sidarta, Rainer Maria Rilke com seu livro Cartas a Um Jovem Poeta e também o escritor árabe Khalil Gibran com seu livro O Profeta.

Também sou formado em Engenharia de Produção pela FAE – Centro Universitário, Curitiba – PR.

A lembrança mais antiga que me vem a mente relacionada a algum tipo de introspecção é de quando eu tinha por volta de doze anos. Eu e meu irmão conversávamos sobre alguns temas e aos poucos eu ia refletindo sobre a vida, seja por meio de músicas ou algo sobre o cotidiano.

Acredito que ali foi o início de tudo. Alguma semente foi plantada em minha mente e a necessidade de pensar e questionar começou a tomar conta do meu ser. Obviamente de uma forma muito imatura e ingênua.

Algo que também contribuiu para minhas reflexões foi ter estudado por oito anos – dos 6 aos 14 anos – no ensino Adventista. Os dois primeiros anos em Artur Nogueira e os outros no Unasp – EC, que na época se chamava IAE.

Ali, também foi um laboratório de questionamentos, pois eu como vinha de uma família católica, sempre havia algumas diferenças em relação à cultura Adventista e isso sempre foi fazendo eu refletir sobre. Acredito que desse momento da minha vida veio meu interesse pelo tema Religião.

Os anos foram se passando e eu me mudei para Curitiba aos quatorze anos. Uma época bem introspectiva até metade dos meus dezessete anos. Nesta fase eu refletia muito, apesar de ler somente o mínimo e estudar o necessário.

Me lembro que em viagens de ônibus para Campinas – SP para visitar meus familiares, eu encostava a cabeça no vidro e ia refletindo até adormecer sobre a minha nada empolgante, porém feliz vida.

E eu falava para mim mesmo: um dia irei escrever as minhas ideias. E então a partir dos meus vinte anos, quando já era universitário, comecei a escrevê-las.

Com o tempo se tornaram poesias, e de um passado não tão distante venho escrevendo crônicas.

Também tenho um trabalho que é a transformação de um diário de viagem em um livro.

E não podendo esquecer, preciso agradecer aos pais que tenho, os quais sempre me deixaram livre para que eu pudesse exercer meu pensamento sem amarras.