Se eu pudesse não errar, não erraria. Mas dizem que muitos acertos ou refinamentos vêm dos erros.

Mas o que é o erro? Como se quantifica ou como se analisa a profundidade de um erro? Quão ruim é este erro? Realmente são questões não tão fáceis de responder, podendo em muitos casos serem relativas.

Poderia dizer que erram somente aqueles que tentam. E isto é uma verdade. Mas também acertamos, desenvolvemos o saber, mas subimos o nível?

Quantos de nós buscamos algo realmente além? Em nossa maioria praticamos sempre o mesmo esporte, o mesmo hobby, exaltamos o mesmo autor(a). Precisamos ir além, sem medo do novo, sem medo do erro e principalmente sem medo da vergonha.

Eu e Meus Erros

Eu já passei algumas vergonhas, também já passei meus ridículos em público, porém não me considero um parâmetro devido aos exageros em algumas situações. Desde aqueles que me importei, até aqueles que pouco me preocupei. Mas tenho a sã consciência que estava em busca de algo mais. Não fico de bobeira. Mesmo o fora de uma bela mulher até questões psicológicas, sempre estive em busca do meu melhor. No fora, eu sorrio, nas questões psicológicas eu me conheço mais um pouco. Em ambos pode haver alguém a me julgar, mas em meu âmago estou a melhorar. Mas seriam estes realmente erros, ou somente a vida em sua caminhada?

Na minha vida houveram muitos erros, em várias esferas, e não estou aqui querendo romantizar os erros, mas sim tirá-los do papel de monstros. E não apenas ressaltar que eles são necessários, assim como são inevitáveis.

Após cada erro reflito e busco voltar melhor, desde o fato de melhorar minhas atitudes ou simplesmente aceitar que naquele campo devo reconhecer minha limitação.

Produzir um texto sempre é um exemplo de como eu cometo alguns erros. Acerta aqui, melhora ali, conserta lá. E assim vou refinando para o melhor possível.

Os Grandes da Humanidade

Os grandes erraram, erram e errarão. Se você disser que não erra, me desculpe, nada de relevante fará ou tentará, nem ao menos viverá. A verdade é que no mínimo do mínimo fazemos uso de todos os tipos de invenções feita por mentes que erraram.

O que incentivo aqui é você não se deter nos erros, não se limitar e se possível buscar algo além do convencional, refletir e buscar novas formas de “escalar esta montanha”. Assim como, com certeza, fizeram os grandes da humanidade. Cientistas, esportistas, empreendedores e inúmeros outros profissionais erraram e errarão e isso não é assustador, é libertador, é a vida nos lembrando que somos humanos.

Aceite e Faça do Erro Um Aliado

Aceitar o erro é liberdade. Liberdade de mentes engessadas, de julgadores e de críticos. Pouco se importe para com estes. Assim nos aceitamos cada vez mais como humanos. Vamos erre, mas antes comece. Não busque o erro, claro. Busque o acerto que este nem sempre é solo, às vezes é parceiro do erro.

Um dos maiores erros que se comete é ter medo do novo. Eu tenho meus medos. Mas acima de tudo creio ter criado mais coragem do que medo nos últimos anos.

Mas a verdade é que esse também é um erro a ser analisado e superado. Encare seu medo. O medo pode até temperar a vida, nos provocando. O medo nos instiga. Não garante nada. Mas faz ficarmos alertas e nos prepararmos constantemente.

Transforme erros em aliados, professores, conselheiros. Faça deles uma ampliação da sua consciência.

A única garantia é acertar ou errar. Se acertar maravilha. Se não, aprender e recomeçar.


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